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	<title>EDITORA EXCLAMAÇÃO &#187; !</title>
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	<description>EDITORA EXCLAMAÇÃO</description>
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		<title>Créme de la creme</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Feb 2015 19:38:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[claudia]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[!]]></category>

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		<description><![CDATA[Aconteceu a uma irmã de Medusa cortar os dois pulsos com vidro e esperar assustada em frente ao espelho, Percebeu que não era sangue que lhe saía dos pulsos mas musgo, Dos pulsos lácteos nascia-lhe musgo verde e fresco, que torneava o azul das veias mais pequenas, musgo verde e fresco como das fontes de [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Aconteceu a uma irmã de Medusa cortar</p>
<p>os dois pulsos com vidro e esperar assustada em frente ao espelho,</p>
<p>Percebeu que não era sangue que lhe saía dos pulsos mas musgo,</p>
<p>Dos pulsos lácteos nascia-lhe musgo verde e fresco, que torneava o azul</p>
<p>das veias mais pequenas, musgo verde e fresco como das fontes de Minos, então voltou</p>
<p>a olhar-se ao espelho e percebeu que não podia morrer</p>
<p>Não por já estar morta, mas por estar condenada à mais doce pena, a de renascer</p>
<p>sem dar conta disso; o que a olhava no espelho beijou-lhe os pulsos, lambeu o fresco</p>
<p>musgo cheio de vida; ela deitou a cabeça no peito do que faz adormecer e sentiu o seu</p>
<p>batimento cardíaco. Beijou-o e lambeu-lhe os pulsos frescos e quentes,</p>
<p>Então ela riu-se e bebeu vinho de Marsala e com vinho de Marsala desenhou nas costas</p>
<p>do que faz adormecer, uma letra e outra letra e outra letra – Mandou que lhe</p>
<p>trouxessem papoilas e margaridas, algumas comeu, com outras decorou o cabelo</p>
<p>-Nuno Brito-<a href="http://exclamacao.pt/wp-content/uploads/2015/02/capafinal.jpg"><img class="aligncenter wp-image-711 size-full" src="http://exclamacao.pt/wp-content/uploads/2015/02/capafinal.jpg" alt="" width="500" height="709" /></a></p>
<p>&nbsp;</p></blockquote>
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		<title>o zum zum das abelhas está a chegar. Nova obra da Exclamação!</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Feb 2015 18:47:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[claudia]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[!]]></category>

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		<description><![CDATA[O Sol chama-os e agora vão beber a luz de mais perto Nuno Brito]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><a href="http://exclamacao.pt/wp-content/uploads/2015/02/images.jpg"><img class="aligncenter wp-image-707 " src="http://exclamacao.pt/wp-content/uploads/2015/02/images-160x160.jpg" alt="" width="354" height="354" /></a><em>O Sol chama-os e agora vão beber a luz de mais perto</em></p>
<p>Nuno Brito</p></blockquote>
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		<title>Vem aí coisa!</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Jan 2015 16:23:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[claudia]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[!]]></category>

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		<description><![CDATA[Vós os que não credes em bruxas, nem em almas penadas, nem em tropelias de Satanás, assentai-vos aqui ao lar, bem juntos ao pé de mim, e contar-vos-ei a história de D. Diogo Lopes, senhor de Biscaia. E não me digam no fim: &#8211; &#8220;não pode ser.&#8221; &#8211; Pois eu sei cá inventar coisas destas? [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p align="JUSTIFY">Vós os que não credes em bruxas, nem em almas penadas, nem em tropelias de Satanás, assentai-vos aqui ao lar, bem juntos ao pé de mim, e contar-vos-ei a história de D. Diogo Lopes, senhor de Biscaia.</p>
<p align="JUSTIFY">E não me digam no fim: &#8211; &#8220;não pode ser.&#8221; &#8211; Pois eu sei cá inventar coisas destas? Se a conto, é porque a li num livro muito velho.</p>
</blockquote>
<p align="JUSTIFY">(apenas o início do romance de</p>
<div id="attachment_695" style="width: 248px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://exclamacao.pt/wp-content/uploads/2015/01/dama-pé-de-cabra-Paula-Rego-2.jpg"><img class="wp-image-695 size-full" src="http://exclamacao.pt/wp-content/uploads/2015/01/dama-pé-de-cabra-Paula-Rego-2.jpg" alt="&quot;Silêncio profundíssimo; porque vou principiar&quot;." width="238" height="212" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Silêncio profundíssimo; porque vou principiar&#8221;.</p></div>
<p align="JUSTIFY"> um jogral muito antigo)</p>
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		<title>Que força é Eça?</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Nov 2014 12:04:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[claudia]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[!]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://exclamacao.pt/wp-content/uploads/2014/11/maiasmuseu1.jpg"><img class="aligncenter wp-image-662 size-large" src="http://exclamacao.pt/wp-content/uploads/2014/11/maiasmuseu1-1160x652.jpg" alt="Maias no museu Romântico" width="1024" height="575" /></a></p>
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		<title>A festa está só a começar!</title>
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		<pubDate>Sun, 02 Nov 2014 18:50:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[claudia]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[!]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://exclamacao.pt/wp-content/uploads/2014/11/ff_festa_com_livro.png"><img class="aligncenter wp-image-590 size-medium" src="http://exclamacao.pt/wp-content/uploads/2014/11/ff_festa_com_livro-300x300.png" alt="ff_festa_com_livro" width="300" height="300" /></a></p>
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		<title>&#8220;Notícias em três linhas&#8221;- Félix Féneon</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Oct 2014 11:22:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[claudia]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Casados há 3 meses, os Audony, de Nantes, suicidaram-se com láudano, arsénico e revólver (Desp. part.)]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Casados há 3 meses, os Audony, de Nantes, suicidaram-se com láudano, arsénico e revólver (Desp. part.)<a href="http://exclamacao.pt/wp-content/uploads/2014/10/1150840_676347132408277_1559628348_n.jpg"><img class="aligncenter wp-image-582 size-full" src="http://exclamacao.pt/wp-content/uploads/2014/10/1150840_676347132408277_1559628348_n.jpg" alt="1150840_676347132408277_1559628348_n" width="603" height="960" /></a></p></blockquote>
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		<title>Colecção Clássicos Ilustrados &#8211; Os Maias &#8211;</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Oct 2014 11:21:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[claudia]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Iniciamos assim a nossa colecção de Clássicos ilustrados. E começamos com Eça de Queiroz e com os Maias. A novidade aqui parece dificil, mas ela acontece. Acontece no traço da caneta do arquiteto Rui Campos Matos que arriscou fazer uma antologia sobre um clássico intemporal. O critério aqui teve a ver com a importância dada [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Iniciamos assim a nossa colecção de Clássicos ilustrados.<br />
E começamos com Eça de Queiroz e com os Maias. A novidade aqui parece dificil, mas ela acontece. Acontece no traço da caneta do arquiteto Rui Campos Matos que arriscou fazer uma antologia sobre um clássico intemporal.<br />
O critério aqui teve a ver com a importância dada pelo ilustrador a cada uma das cenas de modo a contrapor os dois registos essenciais d´Os Maias: o cómico e o trágico.<br />
Aproveite a aventura que dentro de mais ou menos 15 dias estará nas livrarias.</p>
<div id="attachment_576" style="width: 727px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://exclamacao.pt/wp-content/uploads/2014/10/sdgdfg.bmp"><img class="wp-image-576 size-full" src="http://exclamacao.pt/wp-content/uploads/2014/10/sdgdfg.bmp" alt="(...)Ega sorriu confiando o bigode. Justamente o bife chegava fumegante, chiando na frigideirinha de barro. Ega pousou a Gazeta ao lado, dizendo consigo: &quot;Não é nada mal feito, este jornal&quot; (102)" width="717" height="624" /></a><p class="wp-caption-text">(&#8230;)Ega sorriu confiando o bigode. Justamente o bife chegava fumegante, chiando na frigideirinha de barro. Ega pousou a Gazeta ao lado, dizendo consigo: &#8220;Não é nada mal feito, este jornal&#8221; (102)</p></div>
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		<title>Os Maias, Eça de Queiroz -Uma Antologia Ilustrada &#8211; Rui Campos Matos</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Oct 2014 14:54:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[claudia]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Eça dá nesta obra, suprema expressão literária ao conflito que sempre o opôs ao seu país, ao seu atraso endémico em todos os sectores, à mediocridade da sua classe dirigente, à sua incapacidade de o fazer progredir. Por isso faz movimentar magistralmente, caricaturando-os, aristocratas, ministros ignaros, jornalistas de baixo gabarito, diplomatas ridículos, poetas românticos retrógrados [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Eça dá nesta obra, suprema expressão literária ao conflito que sempre o opôs ao seu país, ao seu atraso endémico em todos os sectores, à mediocridade da sua classe dirigente, à sua incapacidade de o fazer progredir. Por isso faz movimentar magistralmente, caricaturando-os, aristocratas, ministros ignaros, jornalistas de baixo gabarito, diplomatas ridículos, poetas românticos retrógrados como Alencar, que põe em con- flito aceso com João da Ega, um parasita ocioso, ainda que muitas vezes porta-voz do próprio Eça.</p>
<div id="attachment_571" style="width: 622px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://exclamacao.pt/wp-content/uploads/2014/10/sdgfdsgd.bmp"><img class="wp-image-571 size-full" src="http://exclamacao.pt/wp-content/uploads/2014/10/sdgfdsgd.bmp" alt="" width="612" height="813" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;</p></div>
<p>Rui Campos Matos</p></blockquote>
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		<title>Já estamos em contagem decrescente para uma nova publicação!</title>
		<link>http://exclamacao.pt/ja-estamos-em-contagem-decrescente-para-uma-nova-publicacao-2/</link>
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		<pubDate>Thu, 23 Oct 2014 14:30:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[claudia]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[!]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160;]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_566" style="width: 397px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://exclamacao.pt/wp-content/uploads/2014/10/sfsdfsdf.bmp"><img class="wp-image-566 size-full" src="http://exclamacao.pt/wp-content/uploads/2014/10/sfsdfsdf.bmp" alt="Portugal, esse continua quase como dantes arrastando a mediocridade do seu viver, a braços com a corrupção e com o seu eterno défice económico, o défice a sério e não aquele de que falava a Adosinda d’Os Maias, esse «ser prodigioso» que o confundia com um «belo rapaz, empregado no banco inglês»....Rui Campos Matos" width="387" height="557" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Portugal, esse continua quase como dantes arrastando a mediocridade do seu viver, a braços com a corrupção e com o seu eterno défice económico, o défice a sério e não aquele de que falava a Adosinda d’Os Maias, esse «ser prodigioso» que o confundia com um «belo rapaz, empregado no banco inglês»&#8230;.Rui Campos Matos</p></div>
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		<title>Félix Féneon &#8211; o Homem do contra</title>
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		<pubDate>Sun, 19 Oct 2014 15:46:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[claudia]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[!]]></category>

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		<description><![CDATA[Quer nos relatórios burocráticos que escrevia, quer nos seus artigos, era senhor de uma escrita «castigada», como dizem os franceses, concisa, elíptica e refinada. Nunca foi homem de muitas palavras, mas as que escolhia, escolhi- as sempre rigorosas, surpreendentes e sublimadas. Homem do contra, também o era na política: militava nos círculos anar- quistas mantendo [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Quer nos relatórios burocráticos que escrevia, quer nos seus artigos, era senhor de uma escrita «castigada», como dizem os franceses, concisa, elíptica e refinada. Nunca foi homem de muitas palavras, mas as que escolhia, escolhi- as sempre rigorosas, surpreendentes e sublimadas. Homem do contra, também o era na política: militava nos círculos anar- quistas mantendo muitos contactos entre os que na época se dedicavam à «propaganda pelo acto» e tinham desencadeado uma campanha de atentados em França em finais do século XIX.<br />
Foi acusado de ter realizado um atentado à bomba contra o restaurante Foyot (ou de, pelo menos, ter colaborado nele), atentado em que, de resto, um seu amigo anarquista perdeu um olho. Sempre negou e ainda hoje não se sabe bem se isso é verdade. Mas é certo que ajudou Émile Henry em algu- mas acções (emprestou -lhe, por exemplo, um vestido da mãe para se disfarçar). Este Émile Henry era o anarquista que pôs uma bomba no café Terminus e figura num poema de Mário Cesariny de Vasconcelos:</p>
<blockquote><p>Depois de ver com seus próprios olhos como é que o ratazana toma o seu chazinho Emile Henri escritor da literatura da dinamite lança a segunda bomba à porta do café Términus dado que: da má distribuição da riqueza e das coisas boas da Terra TODOS SEM EXCEPÇÃO TÊM A MÁXIMA CULPA.</p>
<p>&nbsp;</p></blockquote>
<p>Manuel Resende<a href="http://exclamacao.pt/wp-content/uploads/2014/10/untitled3.bmp"><img class="aligncenter wp-image-548 size-full" src="http://exclamacao.pt/wp-content/uploads/2014/10/untitled3.bmp" alt="" width="403" height="600" /></a></p>
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